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25 de janeiro, 2019

Como a visualização científica com o Omniglobe pode ser usada?

A revolução digital em que estamos vivendo sugere abordagens modernas e diferenciadas que impactam a forma como vemos o mundo. Um exemplo disso é a visualização científica com o Omniglobe, um novo padrão de representação de imagens e mapas que está afetando positivamente diversas subáreas da ciência atualmente. Aprender sobre as vantagens dessa tecnologia é uma boa oportunidade para quem busca inovação a fim de gerar um diferencial no mercado e melhorar a experiência dos clientes. Investir em novos paradigmas é também uma forma de ingressar na quarta revolução industrial emergente e se tornar parte da bastante comentada transformação digital. Para saber mais sobre o Omniglobe e suas principais vantagens, leia este artigo até o final.

O que é Omniglobe?

Os criadores de mapas sempre tiveram muita dificuldade com a representação do planeta terra em desenhos planos, pois sempre gerava muitas distorções. E os que propunham mapas esféricos lidavam com o problema de exibir corretamente informações impressas em um objeto desse formato. Por isso, surgiu a solução moderna para esses problemas: o globo digital. Dentre eles, um que se destaca é o Omniglobe, fabricado pela ARC Science, empresa que também patenteou o produto. O Omniglobe é uma plataforma de visualização esférica para representações científicas, que combina tecnologia com princípios de física para um resultado maior, mais claro e de melhor resolução que os modelos comuns de globos digitais. Em comparação direta com outros, destaca-se o alto contraste e a superfície que evita reflexo e possibilita o uso diante de várias condições diferentes de iluminação. Por sua representação fiel do planeta terra, é ideal para diversos ramos como museus, institutos de pesquisa e áreas como matemática, biologia, geografia, ecologia, astronomia, astrofísica, entre outras.

Relação com realidade virtual

Em muitos aspectos, se assemelha com outras tecnologias de realidade virtual (RV) que buscam levar o usuário a um nível profundo de imersão com cenários virtuais engajantes. Uma das diferenças é que, evidentemente, o "cenário" do Omniglobe se restringe a sua tela esférica, mas a ideia da experiência imersiva em uma realidade gerada por computadores, que envolve as pessoas convencendo-as de que aquilo está bem próximo do real, é a mesma. Outra diferença é que, enquanto usuários de VR precisam de óculos, os do globo digital da ARC Science podem conferir imagens em 360 graus sem lentes. Assim, mais pessoas podem compartilhar da mesma experiência ao mesmo tempo. Com o auxílio dessa ferramenta, é possível digitalizar a experiência científica para torná-la mais marcante e divertida. Por essas e outras, esse tipo de equipamento é uma opção para aliar aprendizado com entretenimento.

Como isso se relaciona com a transformação digital?

A experiência do Omniglobe tem a ver com a transformação digital porque é uma solução que busca, de forma disruptiva, melhorar a experiência do usuário com uso de tecnologias modernas. Assim, é uma maneira inovadora de abordar a pesquisa e o ensino com o uso de mapas, revolucionando essas atividades e fazendo com que elas proporcionem um novo nível de engajamento para as pessoas. As empresas que investem nessa tecnologia de visualização conseguirão um grande diferencial diante do mercado altamente exigente e competitivo. A versatilidade do produto também é uma característica que se relaciona com as múltiplas necessidades dos clientes no mundo moderno.

Como funciona a visualização científica com o Omniglobe?

A plataforma é composta por uma esfera com projeção interna em 360 graus, controlada dinamicamente por um sistema eletrônico que permite interação por toque. Possui mais de 180 imagens e animações com informações sobre o planeta, além de uma infinidade de dados sobre todos os outros planetas. O software controlador permite interatividade e cria a possibilidade de girar o globo e de manipular as sequências animadas, avançando ou recuando. Possibilita ainda a conversão de animações 2D para o formato 3D esférico. Com as animações, não só é possível conferir informações científicas acerca do passado do planeta terra, como a formação das placas tectônicas, a separação dos continentes, mas também checar dados atuais, como atividades vulcânicas, topografia e fronteiras entre os países. Ou seja, uma série de insights interessantes que podem ser utilizados para análises aprofundadas em diversos contextos. O objetivo é proporcionar aos espectadores uma experiência de imersão científica fiel ao real, beneficiando-se da capacidade de representação e do controle computacional. O Omniglobe pode também ser comandado por computadores diferentes, superprocessadores, entre outros, para expandir ainda mais as possibilidades de visualização.

Quais as aplicações?

Veremos algumas aplicações dessa tecnologia nos tópicos a seguir.

Educação

Por conta dos dados e insights sobre terremotos, clima, densidade populacional, geopolítica atual e passada, o Omniglobe pode ser aplicado em aulas de geografia e geologia. Os alunos conseguem visualizar de forma clara o que está sendo ensinado e aprendem de uma maneira mais interativa e concreta. Com dados históricos, por exemplo, eles podem aprender sobre os efeitos das guerras no mundo, das diásporas e colonizações e como a geopolítica se interconecta com outras áreas da ciência, como geologia. A visão ampla do globo permite um aprendizado ainda mais consistente e interdisciplinar que formará estudantes com melhor capacidade de leitura do mundo ao redor.

Pesquisa e exibição

O Omniglobe já está sendo usado em diversas universidades, para simulações que facilitam a pesquisa, como nas do Colorado e de Oregon, nos Estados Unidos, e na Universidade de Zurique, na Suíça. Além disso, também está presente no instituto de pesquisa da IBM, tendo sido utilizado para visualização de dados sobre epidemias, e no jardim botânico de Denver, também nos Estados Unidos. Na galeria do Mind Museum, nas Filipinas, o globo tem conquistado a atenção de adultos e crianças, que entram fascinados com as possibilidades de visualização da ferramenta.

Quem é representante no Brasil?

No Brasil, a Aliger é a representante dessa tecnologia de globo digital. A empresa oferece suporte e instalação por todo o país, permitindo ainda que o sistema seja integrado a clusters e supercomputadores, de acordo com a necessidade. A empresa analisa e constrói projetos sob medida para seus clientes, visando ajudá-los a investir nos paradigmas da transformação digital com essa poderosa ferramenta. Ou seja, essa é uma tecnologia bastante inovadora que está revolucionando diversas áreas com a possibilidade de visualização de imagens em representação esférica. Diversas empresas e organizações no mundo inteiro podem utilizar essa ferramenta para melhorar suas representações, criar experiências ainda mais realistas e gerar vantagem competitiva com conquista de clientes. Se você gostou de aprender mais sobre a visualização científica com o Omniglobe, nos siga nas redes sociais e acompanhe nossos conteúdos. Estamos no Facebook e LinkedIn.

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