Filosofia e IA: Fundamentos para um Desenvolvimento Responsável

Filosofia e IA: Fundamentos para um Desenvolvimento Responsável A Inteligência Artificial levanta questões sobre implicações éticas, sociais e filosóficas de sua integração em nossa sociedade. Mas o que realmente significa desenvolver a IA de maneira responsável? Como podemos assegurar que as tecnologias de IA sigam e cumpram com fundamentos para um desenvolvimento responsável? Assim, a filosofia, com suas tradições de questionamento crítico e análise moral, oferece mesmo um conjunto de ferramentas para responder essas perguntas? Vamos analisar como empresas líderes, como a Aliger, estão incorporando esses princípios em suas práticas de desenvolvimento de IA! Algo que, em outras palavras, demonstra um compromisso com a criação de tecnologias que beneficiam não apenas os indivíduos, mas a sociedade como um todo. O Papel da Filosofia no Desenvolvimento da IA A filosofia tem sido uma disciplina central na busca pela compreensão dos aspectos mais profundos da existência humana, das estruturas sociais e dos princípios morais. Quando aplicada ao campo da Inteligência Artificial, a filosofia nos permite questionar as premissas subjacentes ao desenvolvimento tecnológico, analisar as consequências potenciais dessas tecnologias e definir os limites éticos dentro dos quais a IA deve operar. Assim, um dos dilemas filosóficos mais significativos no contexto da IA diz respeito à autonomia e ao livre arbítrio. À medida que os sistemas de IA se tornam mais sofisticados e começam a desempenhar um papel ativo na tomada de decisões, a questão de quanto controle os seres humanos realmente mantêm sobre suas vidas se torna cada vez mais pertinente. Fundamentos para um Desenvolvimento Ético Antes de tudo, o desenvolvimento ético da IA exige uma abordagem holística que integra princípios filosóficos em todas as etapas do processo de desenvolvimento. A seguir, vamos ver alguns dos fundamentos essenciais para garantir que a IA seja desenvolvida de maneira ética e responsável. 1- Transparência A transparência é um dos pilares do desenvolvimento ético da IA. Os sistemas de IA devem ser projetados de maneira que suas operações sejam compreensíveis e auditáveis. Isso significa que os usuários devem ser capazes de entender como as decisões são tomadas por esses sistemas, e que deve haver mecanismos para revisar e corrigir decisões erradas ou injustas. 2- Responsabilidade A responsabilidade é outro princípio fundamental no desenvolvimento ético da IA. Ou seja, as empresas e indivíduos que desenvolvem e implementam sistemas de IA devem ser responsabilizados por suas criações. Isso inclui garantir que os sistemas de IA sejam seguros e confiáveis antes de serem lançados ao público, bem como estar preparados para responder por qualquer consequência negativa decorrente de seu uso. 3- Justiça A justiça deve estar no centro do desenvolvimento da IA. Isso significa que os sistemas de IA devem ser projetados para minimizar preconceitos e discriminações e para promover a equidade. Isso pode ser alcançado por meio de uma cuidadosa seleção de dados de treinamento, bem como da implementação de mecanismos para monitorar e corrigir preconceitos nos sistemas de IA em operação. O Papel da Aliger no Desenvolvimento Responsável da IA A Aliger, uma empresa líder em tecnologia, compreende a importância de incorporar princípios filosóficos e éticos em seu trabalho com IA – veja nossos Princípios Basilares. Assim, a Aliger não apenas desenvolve soluções inovadoras de IA, mas também se compromete a garantir que essas tecnologias sejam criadas de maneira responsável e ética. Ou seja, um dos principais compromissos da Aliger é a transparência em seus processos de desenvolvimento de IA. A empresa desenvolveu uma série de ferramentas que permitem que os sistemas de IA sejam auditados. Nesse sentido, a responsabilidade é um princípio central no ethos da Aliger. A empresa acredita que, como desenvolvedora de tecnologias de IA, tem a responsabilidade de garantir que suas criações sejam seguras, confiáveis e benéficas. Enfim, ao integrar transparência, responsabilidade, justiça e benefício social em seu trabalho, a Aliger demonstra que é possível desenvolver tecnologias inovadoras que também promovem outras vantagens.

Nvidia: 3 Chaves que a Fizeram Superar em Valor de Mercado

Nvidia: 3 Chaves que a Fizeram Superar em Valor de Mercado A Nvidia, uma gigante da tecnologia conhecida por suas unidades de processamento gráfico (GPUs), alcançou um marco impressionante ao superar o valor de mercado do Google – fato que ocorreu em fevereiro de 2024. A trajetória da Nvidia para se tornar uma das empresas mais valiosas do mundo é uma história de inovação constante, estratégias visionárias e execução impecável. Desde o início, a Nvidia se destacou pela constante inovação em tecnologia. Suas GPUs de alto desempenho redefiniram os padrões para gráficos de jogos e, com o tempo, encontraram aplicações em outras áreas como computação de alto desempenho (HPC), inteligência artificial (IA) e aprendizado profundo. As GPUs da Nvidia são agora componentes essenciais em supercomputadores e data centers ao redor do mundo, impulsionando pesquisas em áreas como previsão do tempo, análise de dados e descoberta de medicamentos. Essa ascensão envolve uma série de circunstâncias favoráveis e uma série de estratégias cuidadosamente planejadas e executadas. Vamos explorar as três principais chaves que impulsionaram a Nvidia para se tornar o gigante dos processadores que conquistou Wall Street. 1. Dos Vídeo Games à Inteligência Artificial (Transição) A trajetória da Nvidia, de uma empresa focada em gráficos para jogos a um gigante da tecnologia, é uma história de inovação e adaptação constantes. Fundada em 1993 por Jensen Huang, Chris Malachowsky e Curtis Priem, a Nvidia começou como uma fabricante de unidades de processamento gráfico (GPUs) voltadas para o mercado de jogos. Naquela época, os gráficos de alta qualidade estavam se tornando cada vez mais importantes para os gamers, e a Nvidia rapidamente se destacou com suas GPUs de alto desempenho. A transição para a IA não foi apenas uma mudança de mercado, mas uma transformação estratégica que posicionou a Nvidia à frente de muitos concorrentes. A plataforma CUDA da Nvidia, lançada em 2006, permitiu que desenvolvedores usassem GPUs para tarefas de computação geral, expandindo significativamente o alcance das aplicações possíveis. Com a CUDA, a Nvidia abriu um novo mundo de possibilidades, permitindo que cientistas, engenheiros e pesquisadores aproveitassem o poder das GPUs para resolver problemas complexos de maneira mais rápida e eficiente. 2. À Frente dos Concorrentes (Estratégia) Uma das chaves para o sucesso da Nvidia foi sua capacidade de se manter à frente dos concorrentes. A empresa investiu pesadamente em pesquisa e desenvolvimento, continuamente aprimorando suas tecnologias e lançando produtos inovadores que redefiniram os padrões do setor. A série de processadores gráficos RTX, introduzida em 2018, é um exemplo notável. Com a tecnologia de rastreamento de raios em tempo real, as GPUs RTX proporcionaram gráficos incrivelmente realistas, revolucionando não apenas os jogos, mas também a criação de conteúdo digital e a visualização científica. Parcerias estratégicas com gigantes da tecnologia como Google, Microsoft e Amazon permitiram que a Nvidia integrasse suas GPUs em serviços de nuvem, como Google Cloud, Azure e AWS, ampliando seu alcance e influência no mercado. 3. Demanda Voraz (Visão) A terceira chave para o sucesso da Nvidia foi a demanda voraz por suas tecnologias. À medida que a IA se torna cada vez mais integrada em tudo, a demanda por GPUs de alto desempenho continua a crescer. As GPUs da Nvidia são agora componentes essenciais para várias aplicações, desde jogos e criação de conteúdo até análise de dados e descoberta de medicamentos. Além disso, a revolução da IA continua a impulsionar a demanda por GPUs. A capacidade das GPUs da Nvidia de treinar modelos de IA de maneira rápida e eficiente é uma vantagem competitiva significativa. Aliger e Nvidia: Tudo o Que um Projeto Precisa É aqui que entra a Aliger, uma empresa brasileira de engenharia classificada como deep tech, focada em pesquisa, desenvolvimento e inovação. Inclusive, com ferramentas próprias e customizadas para resolver problemas que ainda não têm soluções viáveis ou acessíveis. A Aliger se destaca por sua capacidade de implementar soluções de IA generativa que aumentam a eficiência e reduzem custos. Com a expertise da Aliger, projetos podem integrar tecnologias da Nvidia, aproveitando ao máximo o poder das GPUs para acelerar o desenvolvimento e a inovação. Com a Aliger, o futuro da IA generativa é promissor, possibilitando novas formas de crescimento e desenvolvimento para resolver problemas específicos. Investir em IA com a Aliger significa investir no futuro do seu projeto, garantindo que se mantenha competitivo e inovador.

Como Medir a Maturidade da Inteligência Artificial em um Projeto?

Como Medir a Maturidade da Inteligência Artificial em um Projeto? A maturidade operacional em inteligência artificial de um projeto é uma avaliação que ajuda a identificar a maturidade da IA, assim como a identificar o ponto de partida. Essa preferência (de conduzir o projeto com a IA correta) pode se manter mesmo quando a possibilidade de errar for introduzida – mesmo que o erro ocorra porque ninguém avaliou o nível de maturidade da inteligência artificial. Mas aqui está o detalhe: embora as pessoas gostem da ideia de a IA tomar as decisões, elas avaliam as decisões humanas de forma mais favorável. Contudo, um levantamento da McKinsey revela que empresas com alta maturidade em inteligência artificial têm de 3 a 5 vezes mais chances de liderar suas respectivas indústrias. Além disso, dados da Deloitte indicam que empresas em estágios avançados de maturidade de IA podem aumentar a produtividade em até 40%. Projetos que compreendem sua maturidade em IA podem alocar melhor recursos, identificar áreas críticas para melhorias e definir uma estratégia clara para o avanço tecnológico. A seguir, vamos descobrir quais são os níveis de maturidade da inteligência artificial no projeto. 1- Reconhecimento Inicial 2- Implementação Setorial 3- Exploração Inicial 4- Expansão Organizacional 5- Operações Avançadas 6- Liderança em AI/GenAI Aliger e Inteligência Artificial Para saber mais sobre como a Aliger pode ajudar seu projeto a alcançar novos patamares com a inteligência artificial, entre em contato conosco hoje mesmo! . Com a Aliger, os projetos podem aproveitar ao máximo os benefícios da inteligência artificial. Vamos juntos transformar sua visão em realidade com soluções de IA sob medida para suas necessidades. A Aliger é um parceiro estratégico para projetos que buscam resolver problemas complexos através da inteligência artificial. Assim, com previsão de riscos, otimização de recursos e desenvolvimento de produtos inovadores, a Aliger ajuda projetos a alcançarem seus objetivos e a se destacarem. Investir em IA com a Aliger significa investir no futuro do seu projeto. Se você está pronto para transformar seus desafios em oportunidades e levar seu projeto ao próximo nível, entre em contato com a Aliger hoje mesmo.

10 Mitos e Verdades sobre IA nas Relações Profissionais

10 Mitos e Verdades sobre IA nas Relações Profissionais A inteligência artificial (IA) pode ser considerada como um diferencial importante quando um projeto precisa prever problemas, resolver desafios e até conseguir reduzir custos. Muitas vezes, a falta de informação ou o excesso de especulação sobre o tema leva a percepções equivocadas que podem influenciar a adoção e a integração de alguma IA. Por exemplo, enquanto alguns acreditam que a IA inevitavelmente substituirá todos os empregos humanos, outros veem a tecnologia como uma ferramenta que pode potencializar as habilidades e capacidades dos trabalhadores No entanto, juntamente com seus avanços, surgem muitos mitos e mal-entendidos sobre seu impacto e utilização no ambiente de trabalho. Vamos explorar 10 mitos e verdades sobre a IA nas relações profissionais para ter uma compreensão realista sobre IAs. 1. Mito: A IA vai substituir todos os empregos humanos Verdade: A IA transforma, mas não substitui completamente os empregos humanos Um dos maiores mitos sobre a IA é que ela irá substituir todos os empregos humanos. Embora a IA automatize muitas tarefas, ela também cria novas oportunidades. Em vez de eliminar empregos, a IA tende a transformar o mercado de trabalho, mudando a natureza de muitas funções. Profissões que exigem criatividade, empatia e habilidades complexas de resolução de problemas continuarão a necessitar de intervenção humana. Por exemplo, a IA pode automatizar tarefas repetitivas e administrativas, liberando tempo para que os profissionais se concentrem em atividades mais estratégicas e inovadoras. 2. Mito: A IA é infalível Verdade: A IA também comete erros Outra concepção errada é que a IA é infalível. Embora a IA possa processar grandes volumes de dados com rapidez e precisão, ela ainda é suscetível a erros. Esses erros podem resultar de dados de treinamento inadequados, algoritmos mal projetados ou simplesmente a incapacidade da IA de interpretar contextos complexos e sutis. Portanto, a supervisão humana continua sendo crucial para garantir que as decisões baseadas em IA sejam corretas e justas. 3. Mito: Apenas grandes empresas podem se beneficiar da IA Verdade: Empresas de todos os tamanhos podem aproveitar a IA A ideia de que apenas grandes corporações podem se beneficiar da IA é um mito. Com o avanço da tecnologia e a redução dos custos, a IA está se tornando cada vez mais acessível a pequenas e médias empresas. Ferramentas de IA como chatbots, análise de dados e automação de marketing estão disponíveis para empresas de todos os tamanhos, ajudando-as a melhorar a eficiência, reduzir custos e aumentar a competitividade. 4. Mito: A IA não tem impacto significativo nas relações interpessoais no trabalho Verdade: A IA pode melhorar as relações interpessoais no ambiente de trabalho Muitas pessoas acreditam que a IA não pode afetar as relações interpessoais no trabalho. Na verdade, a IA pode melhorar essas relações ao facilitar a comunicação e a colaboração. Ferramentas de IA podem ajudar a analisar a dinâmica da equipe, identificar problemas de comunicação e sugerir maneiras de melhorar a interação entre os membros da equipe. Além disso, assistentes virtuais baseados em IA podem ajudar a coordenar reuniões e gerenciar agendas, liberando tempo para interações humanas mais significativas. 5. Mito: A IA sempre toma decisões melhores que os humanos Verdade: A IA complementa a tomada de decisão humana, mas não substitui Embora a IA possa analisar dados com precisão e rapidez, ela não substitui a intuição e a experiência humana na tomada de decisões. A IA pode fornecer insights valiosos e sugerir opções, mas os humanos ainda são necessários para avaliar contextos, considerar nuances éticas e tomar decisões finais. A combinação de IA e julgamento humano tende a produzir os melhores resultados. 6. Mito: A IA só beneficia setores tecnológicos Verdade: A IA tem aplicações em praticamente todos os setores Embora a IA seja frequentemente associada ao setor de tecnologia, seus benefícios se estendem a praticamente todas as indústrias. Na saúde, a IA auxilia no diagnóstico de doenças e no desenvolvimento de tratamentos personalizados. No varejo, a IA melhora a experiência do cliente por meio de recomendações personalizadas. Na manufatura, a IA otimiza processos de produção e manutenção preditiva. Esses exemplos mostram que a IA tem um impacto amplo e diversificado em várias áreas. 7. Mito: Implementar IA é caro e complicado Verdade: A implementação da IA está se tornando mais acessível e simples Historicamente, implementar IA era caro e complicado, mas isso está mudando. O desenvolvimento de ferramentas e plataformas de IA prontas para uso simplificou o processo de adoção. Hoje, muitas soluções de IA são oferecidas como serviços baseados na nuvem, permitindo que empresas de todos os tamanhos as implementem sem grandes investimentos iniciais. Além disso, a crescente oferta de consultorias e parcerias especializadas em IA ajuda as empresas a integrarem essas tecnologias de forma eficaz e econômica. 8. Mito: A IA é imparcial Verdade: A IA pode refletir os vieses humanos Outro mito comum é que a IA é completamente imparcial. Na realidade, a IA pode refletir os vieses presentes nos dados de treinamento. Se os dados usados para treinar os algoritmos de IA contêm preconceitos ou desigualdades, a IA pode perpetuar esses problemas. É fundamental que os desenvolvedores de IA sejam conscientes desses vieses e tomem medidas para mitigá-los, garantindo que as decisões baseadas em IA sejam justas e equitativas. 9. Mito: Todos os funcionários devem ser especialistas em IA Verdade: Conhecimentos básicos de IA são suficientes para muitos funcionários Embora seja benéfico ter especialistas em IA na equipe, não é necessário que todos os funcionários sejam especialistas na tecnologia. Muitos funcionários só precisam de um conhecimento básico de como a IA pode ser aplicada em suas funções diárias. Treinamentos específicos e workshops podem capacitar os funcionários a usar ferramentas de IA de maneira eficaz, aumentando a produtividade e a eficiência sem exigir um profundo conhecimento técnico. 10. Mito: A IA só traz benefícios tecnológicos Verdade: A IA também tem implicações éticas e sociais Por fim, é importante reconhecer que a IA não traz apenas benefícios tecnológicos, mas também tem implicações éticas e sociais significativas. Questões

Por Que a Inteligência Artificial Não Ganha a Confiança Total dos Humanos?

Por Que a Inteligência Artificial Não Ganha a Confiança Total dos Humanos? Hoje, a inteligência artificial resulta em um mercado de mais de US$ 800 bilhões, e claro, faz tempo que deixou de fazer parte apenas da ficção científica. Mas por que a inteligência artificial não ganha a confiança total dos humanos? Além da popularização, as aplicações possíveis da IA estão entrando de vez na realidade de projetos e negócios. Assim, a tecnologia já é usada para melhorar os processos internos e diminuir custos operacionais – e sobre isso, a Aliger entende. Antes de tudo, inteligência artificial facilita tudo: alimenta o reconhecimento facial no smartphone, determinam o limite de crédito e escreve poesia e códigos de computador. Apesar dos avanços impressionantes, a confiança total na IA ainda é um objetivo distante. Mas por que isso acontece? Quais são os fatores que impedem os humanos de confiar completamente na IA? A Complexidade e a Caixa Preta da IA Um dos principais motivos para a desconfiança na IA é a sua complexidade. Muitas tecnologias de IA, principalmente baseadas em aprendizado profundo, operam como caixas pretas. Isso significa que, mesmo os especialistas que desenvolvem esses sistemas, podem não conseguirem explicar exatamente como chegam às suas conclusões. Por exemplo, em sistemas de IA usados na medicina para diagnósticos, a falta de explicação sobre como uma determinada conclusão foi alcançada pode ser preocupante. Ou seja, médicos e pacientes podem até relutar em aceitar um diagnóstico ou plano de tratamento se não puderem entender os motivos por trás da decisão. Inteligência Artificial: Por que Existe Desconfiança? O especialista Mark Bailey, membro do corpo docente e presidente de inteligência cibernética e ciência de dados na Universidade de Inteligência Nacional, explica o seguinte: “Uma maneira de reduzir a incerteza e aumentar a confiança é garantir que as pessoas participem das decisões tomadas por sistemas de IA. Essa é a abordagem adotada pelo Departamento de Defesa dos Estados Unidos, que exige que, para todas as decisões tomadas por IA, uma pessoa esteja ou no ciclo ou no controle.” Nesse sentido, apesar de dependermos cada vez mais de máquinas e inteligência artificial em nossa rotina, o medo da tecnologia moderna ainda é uma realidade presente. Mesmo sendo mais eficientes que os humanos em dar respostas e realizar procedimentos médicos, por que a confiança na inteligência artificial ainda é um desafio para nós? “Embora manter os seres humanos envolvidos seja um ótimo primeiro passo, não estou convencido de que isso será sustentável a longo prazo”, explica Mark Bailey. A Aliger Resolve Problemas de Diversos Projetos Através do Uso de Inteligência Artificial Desde questões técnicas, como a complexidade e a falibilidade dos sistemas de IA, até preocupações éticas e sociais, a desconfiança ainda é um desafio. A Aliger é um parceiro estratégico para projetos que buscam resolver problemas complexos através da inteligência artificial. Assim, com previsão de riscos, otimização de recursos e desenvolvimento de produtos inovadores, a Aliger ajuda projetos a alcançarem seus objetivos e a se destacarem. Investir em IA com a Aliger significa investir no futuro do seu projeto. Se você está pronto para transformar seus desafios em oportunidades e levar seu projeto ao próximo nível, entre em contato com a Aliger hoje mesmo.

Descubra Por Que a Meta Parou de Usar IA Generativa no Brasil

Descubra Por Que a Meta Parou de Usar IA Generativa no Brasil Nos últimos anos, no Brasil, houve um aumento expressivo no interesse pelo assuntointeligência artificial. Tanto que recentemente, a empresa Meta, do bilionário Mark Zuckerberg, interrompeu o uso de recursos de IA generativa no Brasil – o que pode ter decepcionado muitos usuários. A Meta, anteriormente conhecida como Facebook, é uma das líderes globais em tecnologia e tem investido em IA, especialmente em IA generativa. Será que o Brasil caiu em uma armadilha ao tomar essa decisão? É possível que a Meta volte a disponibilizar recursos de IA Generativa no Brasil? A seguir, vamos entender alguns pontos relevantes dessa história, e descobrir quem mais ganha ou perde dentro dessa possível relação, e atual separação. O Papel da Meta na IA Generativa Antes de tudo, essa forma de inteligência artificial é capaz de criar conteúdo original a partir de dados existentes, incluindo texto, imagens, música e até vídeo. Ou seja, a IA generativa tem várias aplicações, desde a criação de conteúdo para marketing até a geração de novos produtos artísticos. Contudo, após a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), ligada ao governo federal, determinar que a big tech suspendesse a coleta de informações de usuários para treinar seu sistema de IA, a Meta decidiu afastar as próprias operações do Brasil. Toda decisão de uma big tech carrega uma intenção por trás. Assim, uma intenção nada mais é do que aquilo que se pretende alcançar, um propósito, plano ou ideia. Nesse sentido, a Meta planejava lançar no Brasil, agora em julho, a Meta AI, uma assistente integrada ao Facebook, Messenger, WhatsApp e Instagram que poderia gerar imagens e criar textos. O Verdadeiro Problema da Meta Em junho deste ano, uma polêmica envolveu a Meta, empresa de Mark Zuckerberg, devido a mudanças em sua política de privacidade. “Usamos informações que estão publicamente disponíveis online e informações licenciadas. Também usamos informações compartilhadas nos produtos e nos serviços da Meta”, informava o documento. Essa abordagem levantou uma série de questionamentos e preocupações, especialmente por parte da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) do Brasil. A ANPD, encarregada de garantir a proteção dos dados pessoais dos cidadãos brasileiros, expressou sérias preocupações sobre os impactos dessa política nos direitos fundamentais dos usuários. Como resultado, o órgão solicitou a suspensão imediata dessa prática e impôs uma multa diária de R$ 50 mil para a Meta, citando o “risco iminente de dano grave e irreparável ou de difícil reparação aos direitos fundamentais dos titulares afetados”. Regulamentação da IA no mundo Esta dinâmica se torna ainda mais complexa quando consideramos as diferenças nas regulamentações de IA ao redor do mundo, revelando não apenas questões técnicas, mas também profundas implicações geopolíticas: Aliger e Importância da IA Generativa Enfim, a situação envolvendo a Meta e a ANPD ilustra os desafios e a importância da privacidade de dados na era digital. À medida que a tecnologia avança e a coleta de dados se torna um assunto mais relevante, a proteção dos direitos dos usuários deve permanecer uma prioridade. Assim, a inteligência artificial generativa, em particular, está revolucionando setores ao automatizar processos criativos, desde a geração de conteúdo até a modelagem de produtos. Projetos de todos os portes estão explorando maneiras de incorporar IA em suas operações e com a expertise da Aliger, empresas podem implementar soluções de IA generativa que aumentam a eficiência e reduzem custos. Nesse sentido, e com base na análise inicial, a Aliger desenvolve soluções de IA generativa sob medida para cada projeto. Isso inclui a criação de modelos personalizados de IA, a integração desses modelos com os sistemas existentes do projeto e a adaptação das ferramentas para atender às necessidades específicas do negócio. Com a Aliger, o futuro da IA generativa é promissor, possibilitando novas formas de crescimento e desenvolvimento para resolver problemas específicos. Investir em IA com a Aliger significa investir no futuro do seu projeto.

Bill Gates: Inteligência Artificial e Emissão de Carbono

Bill Gates: Inteligência Artificial e Emissão de Carbono Enquanto muitos especialistas levantam preocupações sobre o impacto ambiental da inteligência artificial (IA), Bill Gates, co-fundador da Microsoft e filantropo, minimiza a gravidade dessas preocupações. Dessa vez, portanto, ele destacou que os benefícios da IA superam os custos energéticos – como se a inovação tecnológica pode fornecer soluções para os problemas que ela mesma cria. É possível que a IA carregue o potencial de resolver alguns dos problemas mais perturbadores da humanidade, incluindo mudanças climáticas, doenças e desigualdade? Por exemplo, em um relatório de 2020 da PwC, foi estimado que a IA poderia contribuir com até 15,7 trilhões de dólares para a economia global até 2030, com aplicações que vão desde a otimização de redes elétricas até a descoberta de novos medicamentos. Será que existe um impacto ambiental do consumo de energia necessário para treinar e operar esses sistemas avançados? Assim, vamos descobrir mais a seguir. A Preocupação com o Gasto de Energia da IA De acordo com um estudo de 2019 da Universidade de Massachusetts Amherst, treinar um único modelo de IA pode emitir tanto dióxido de carbono quanto cinco carros ao longo de sua vida útil. Bill Gates, no entanto, vê essas preocupações sob uma luz diferente. Em entrevistas e artigos, Gates argumenta que a IA oferece soluções significativas para muitos dos desafios que enfrentamos, incluindo os ambientais. As últimas afirmações feitas em um evento privado em Londres, onde ele detalhou sua mais recente empreitada, a Breakthrough Energy, falando em termos nada incertos: “não vamos nos precipitar com isso”. Segundo o próprio Gates: “[Os] data centers correspondem, no caso mais extremo, a um aumento de 6% de demanda de energia, mas esse número deve ficar mesmo entre 2% e 2,5%. A questão é: será que a IA pode acelerar uma redução maior que 6%? A resposta é ‘certamente’.” “Embora o consumo de energia da IA seja uma preocupação legítima, não podemos ignorar o potencial da IA para contribuir com soluções que mais do que compensam esse custo”, disse Gates, em outra oportunidade em uma entrevista à Reuters. A Visão de Futuro de Gates Gates argumenta que a evolução contínua da tecnologia de IA levará ao desenvolvimento de soluções energéticas mais eficientes. Um estudo recente, conduzido pela Rystad Energy, chegou a afirmar que o uso da IA pode “mais que dobrar” a conta de luz de data centers até 2030 somente nos Estados Unidos. A análise afirma que, hoje, os grandes centros tecnológicos das empresas americanas consomem, em média, 130 terawatt-hora (tWh) – valor este estimado por todo o ano de 2023 – mas em 2023, eles podem chegar ao gasto de 307 tWh se adotarem massivamente o uso da inteligência artificial. Isso, para um único país: globalmente, outra pesquisa – feita pelo Statista – afirma um mínimo de 620 tWh, e um máximo de 1.050 tWh. Gates, no entanto, crê que nenhum dos dois cenários deve ocorrer, tendo em vista que as empresas de tecnologia estarão dispostas a arcar com esses aumentos conforme buscam por fontes mais limpas de energia. “Até mesmo porque”, ele argumenta, “isso lhes permitirá divulgar o fato de usarem ‘energia verde’”. A Visão da Aliger Enquanto as preocupações com o consumo de energia da IA são válidas e merecem atenção, figuras influentes como Bill Gates argumentam que os benefícios superam os custos. A Aliger, uma empresa brasileira de engenharia multidisciplinar, compartilha dessa visão otimista e trabalha para aplicar a IA de maneira eficiente e sem maiores alarmismos, ajudando projetos a alcançar novos patamares de inovação. Através de algoritmos avançados e aprendizado de máquina, a Aliger oferece ferramentas que permitem a automação de processos, análise de dados em grande escala e a criação de modelos preditivos. Na Aliger, acreditamos que a adoção estratégica de soluções de inteligência artificial (IA) pode ser a chave para o sucesso tecnológico a longo prazo. Diferente de muitas abordagens, nosso foco é garantir que a implementação da IA traga apenas benefícios e vantagens claras para projetos. Ou seja, eliminar o maior número de problemas possíveis, e na mesma medida, fornecer soluções preditivas. Com nossas soluções avançadas de IA e IA Generativa, a Aliger pode causar o ponto de virada que seu projeto precisa, transformando desafios em oportunidades e potencializando o crescimento. Descubra como a Aliger pode transformar seu projeto. Entre em contato conosco hoje mesmo para mais informações.

IA assume funções de liderança em empresas

IA assume funções de liderança em empresas Não é apenas marketing, mas de uma realidade cada vez mais presente no mundo corporativo: empresas estão literalmente “nomeando” ferramentas de inteligência artificial para cargos executivos. Sabemos que a IA pode assumir tarefas repetitivas e operacionais, contudo, agora é possível desempenhar papéis mais estratégicos, influenciando diretamente as decisões de negócios. Isso vai além de simplesmente abrir o ChatGPT durante uma reunião. Estamos falando de softwares altamente especializados, treinados para emular as capacidades de um gestor na tomada de decisões. Isso também envolve um levantamento realizado com mais de 600 companhias em relação a adoção de inteligência artificial. Feito pela Sobre a Bain & Company, o levantamento indica que colaboradores que têm acesso a ferramentas de IA podem alcançar um aumento de 50% em sua produtividade. Nesse sentido, essa pode ser uma mudança que vai transformar a maneira como as empresas operam, geram valor e competem no mercado? Cargos executivos agora preenchidos por IA Na prática, um exemplo interessante vem da International Holding Company (IHC), a maior companhia de capital aberto dos Emirados Árabes. A IHC está prestes a incorporar uma ferramenta de IA ao seu conselho de administração, desenvolvida pelo grupo de tecnologia G42 em parceria com a Microsoft. Conhecida como BoardNavigator, essa IA foi alimentada com décadas de dados financeiros e informações de mercado. O objetivo é claro: oferecer insights valiosos que irão apoiar as decisões estratégicas do conselho. Assim, e com outro exemplo, temos no Brasil o caso notável é o da Oliveira Trust, uma plataforma de serviços fiduciários para fundos de investimento e títulos de renda fixa. A empresa inovou ao incluir uma IA chamada ‘OTzinho’ como membro de seu comitê de decisão. Com uma das 20 cadeiras do comitê, o OTzinho participa ativamente das análises de cada operação. Sua função não é meramente consultiva; o OTzinho é o primeiro a votar nas decisões, influenciando significativamente o resultado final. O futuro é automatizado, e a Aliger pode ajudar A Aliger acelera o desenvolvimento das empresas através da inteligência artificial ao oferecer uma combinação de consultoria personalizada, soluções sob medida e integração eficiente com a infraestrutura existente. Com um foco claro em resultados tangíveis e melhoria contínua, a Aliger capacita projetos para aproveitar ao máximo os benefícios da IA. Na Aliger, acreditamos que a adoção estratégica de soluções de inteligência artificial (IA) pode ser a chave para o sucesso tecnológico a longo prazo. Diferente de muitas abordagens, nosso foco é garantir que a implementação da IA traga apenas benefícios e vantagens claras para as empresas. Ou seja, eliminar o maior número de problemas possíveis, e na mesma medida, fornecer soluções preditivas. Com nossas soluções avançadas de IA e IA Generativa, a Aliger pode causar o ponto de virada que sua empresa precisa, transformando desafios em oportunidades e potencializando o crescimento. Descubra como a Aliger pode transformar sua empresa. Entre em contato conosco hoje mesmo para mais informações.

Inteligência artificial vai substituir médicos?

Inteligência artificial vai substituir médicos? A perspectiva da inteligência artificial (IA) substituindo médicos humanos é algo realmente possível ou não passa de ficção científica? Os bots ganham vozes cada vez mais naturais, e até os rostos humanos estão escapando do vale da estranheza. Esses rostos artificiais, inclusive, estão se tornando mais presentes em campos que sempre foram considerados exclusivamente humanos. Mas, será que realmente veremos um futuro onde os médicos de carne e osso se tornam obsoletos, substituídos por máquinas inteligentes? O interesse por informações de saúde na internet levou ao surgimento de chatbots personalizados, como o Florence da OMS em colaboração com o Google e a Amazon Web Services. Nesse sentido, vamos descobrir mais a seguir e entender qual é o papel da Aliger dentro de tudo isso! A Integração da IA na Saúde Há décadas, pesquisas vêm sendo conduzidas em áreas como modelagem cognitiva, captura de movimentos e respostas emocionais. Assim, com o objetivo de criar softwares que não apenas funcionem eficazmente, mas que também sejam capazes de transmitir expressões humanas. Nesse sentido, a inovação não para por aí. Recentemente, a empresa Soul Machines introduziu a Nova. A Nova é uma inteligência artificial médica que se destaca por sua avançada capacidade de conversação, alimentada pelo ChatGPT da OpenAI. Esta tecnologia está configurada para revolucionar o atendimento ao paciente, oferecendo uma ferramenta interativa que pode simular a empatia e a eficiência de um médico humano. Segundo Greg Cross, CEO da Soul Machines, esses avatares são uma promessa para o futuro do atendimento médico, destinados a se tornarem ferramentas essenciais nos sistemas de saúde. Para a Inteligência Artificial, Existe um Caminho Melhor? Existem mais motivos e dados para acreditar no bom convívio entre a inteligência artificial e a área médica, do que para ter medo. Aliás, ter medo, nesse sentido, significa não ter o conhecimento necessário para conseguir ter uma prévia de como seriam essas mudanças. Um estudo com 11 000 americanos feito pelo Pew Research Center mostrou desconfiança dos pacientes com o suporte high-tech: 60% apontaram desconforto com médicos que confiam na IA. Por outro lado, quando questionados se a IA poderia diminuir erros de profissionais da saúde, 40% concordaram e apenas 27% discordaram. Ou seja, apesar do presente receio, o que temos em mãos, como um preparo maior para o está por vir referente à inteligência artificial em vários campos da medicina, é muito mais promissor. Mais Dados Para Analisar Inteligência Artificial Uma publicação desenvolvida pela MV, intitulada como “Moving The Future”, mostrou que a inteligência artificial na saúde ganha cada vez mais espaço. 3.500 estabelecimentos de saúde brasileiros – 3.200 deles são privados – já integraram alguma variação de I.A em seus processos. O relatório menciona a pesquisa CEO Survey PWC, onde um expressivo número de líderes no setor de saúde no Brasil, cerca de 76%, planeja investir em inteligência artificial (IA) nos próximos 12 meses (leve em consideração que tais informações são de 2023). Em contraste, em 2022, apenas 40% dos hospitais nos Estados Unidos faziam uso dessa tecnologia. Olhando para o futuro, espera-se que até 2027, essa proporção aumente para 70% nos hospitais estadunidenses… Refletindo um crescente reconhecimento do potencial da IA para aprimorar a qualidade do atendimento ao paciente, aumentar a precisão dos diagnósticos, reduzir custos operacionais e elevar a eficiência geral dos sistemas de saúde. Humanizando a Tecnologia com a Aliger Empresas precisam de ajuda para lidar com a inteligência artificial. A Aliger ajuda empresas a lidarem com a inteligência artificial – e outras tecnologias. Utilizamos a automação para ajudar as empresas a reduzir o tempo gasto em tarefas repetitivas e propensas a erros. Assim, utilizando técnicas de inteligência artificial e aprendizado de máquina, a Aliger transforma grandes volumes de dados brutos em insights acionáveis também. A Aliger não é apenas um fornecedor de tecnologia, é um parceiro estratégico que capacita outras empresas a atingir seu potencial máximo através da inovação digital. Explique o desafio, e a Aliger vai se preparar para ajudar as empresas a transformar problemas em oportunidades com soluções tecnológicas avançadas e personalizadas.

72% Dos Brasileiros Consideram Que Bom Chatbot é Fundamental

72% Dos Brasileiros Consideram Que um Bom Chatbot é Fundamental Um chatbot bem desenvolvido faz a diferença, oferecendo respostas quase instantâneas às consultas dos usuários a qualquer hora do dia. Mas… e quando as coisas não vão bem? Um bom chatbot pode ser a diferença entre um cliente satisfeito e um cliente frustrado. Imagine estar preso em um loop de respostas automáticas que não atendem às suas necessidades… frustrante, não é? Por isso, 72% dos brasileiros não apenas preferem, mas exigem que os chatbots sejam eficientes e capazes de resolver suas questões com a mesma competência que um humano, ou até melhor. Brasileiros e o Problema da Tecnologia Segundo o XM Institute, especialista em estudar e identificar tendências na gestão de experiências do cliente, experiências ruins são responsáveis por prejuízos que somam aproximadamente US$ 3,7 trilhões anualmente para organizações em todo o mundo. Isso revela um fato interessante: a comunicação entre empresas e consumidores evoluiu além das interações humanas tradicionais. Ou seja, os chatbots, interfaces de conversação alimentadas por inteligência artificial, estão redefinindo o que significa oferecer um serviço ao cliente ágil e personalizado. A empresa de soluções digitais ServiceNow, em uma pesquisa apontou que 72% dos brasileiros consideram um bom serviço de chatbot altamente importante! O consumidor brasileiro valoriza acima de tudo a conveniência e a rapidez. Essa demanda por qualidade reflete em outro ponto: um chatbot não é simplesmente um programa, é um representante da marca. Seja para uma simples consulta sobre um produto, uma reclamação, ou um suporte técnico, os usuários esperam uma solução rápida e eficaz. Embora a lógica se aplique aos chatbots, é possível subtender que outros setores tem características semelhantes. Cada empresa tem o seu “representante de marca”, que pode ser um site, ou até produtos e serviços disponíveis. A Aliger Transforma Negócios A Aliger, reconhecendo a importância de cada ponto de interação entre uma empresa e seus clientes, busca otimizar processos e melhorar o desempenho de outras empresas. Para isso, utiliza tecnologias avançadas como inteligência artificial (IA), deep learning e outras ferramentas tecnológicas para transformar e otimizar esses “representantes de marca”, de seus clientes, sejam eles produtos ou serviços. Ao fazer isso, a Aliger não apenas ajuda as empresas a aprimorar suas ofertas, mas também garante que essas interações cumpram e superem as expectativas dos consumidores, fortalecendo a identidade e a reputação da marca. Empresas podem hesitar em adotar novas tecnologias por medo do desconhecido ou preocupação com custos e complexidade. A Aliger, consciente desses receios, trabalha de perto com seus clientes para garantir uma transição suave e rentável para tecnologias avançadas. Além disso, a Aliger oferece treinamento e suporte para assegurar que as equipes de seus clientes possam utilizar plenamente as novas ferramentas e tecnologias.